Caixa em MdF, pintura degradê, decoupage
terça-feira, 10 de maio de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
Águas que correm
Águas que correm
Mural pintado na parede da área da piscina com a finalidade de trazer o relaxamento produzido pelas águas que correm.
terça-feira, 15 de março de 2011
Arte e Ciência
Arte e Ciência
Hoje acordei saudosista e quando me dispus a sentar e escrever sobre a questão se existe alguma relação entre ciência e arte não consegui tirar de minha mente algumas lembranças muito felizes de minha infância. Engraçado como uma pequena frase pode despertar imagens tão lúdicas guardadas no fundo do baú de nossas memórias.Que mistério é esse que envolve as palavras e sua capacidade de nos influenciar tão profundamente? Ah! Isso é ciência, poderia até dizer pomposamente neurociência, mas que arte mágica a das palavras que formam artigos, versos, poemas, textos de amor, outros de dor. Só sei que me vejo menina brincando e rindo ao sabor desta simples pergunta.
Fico rindo à toa vagando em pensamentos, curtindo cada lembrança. Uma delas, não posso deixar de contar, ou melhor recitar, é a de meu padrinho brincando comigo e com minhas primas e dizendo que fez uns versos que diziam:
“Oh! Que Vejo?
Exclama o cientista.
Um raro percevejo
Bem a minha vista.”
Achei com esta lembrança a chave que conectou meu consciente ao meu inconsciente e assim compreendi porque a pergunta tão simples me despertou tantas memórias. Vi em minha imaginação o cientista do verso sentado refletindo, fazendo ciência e ao mesmo tempo deslumbrado com seu achado. Do seu espanto pelo “raro” encontrado é que se fez a arte da poesia, pois que todo cientista vive do que lhe surpreende e o que lhe surpreende é a mais fascinante prova de que tudo valeu a pena; daí tudo se transforma na arte de demonstrar no papel e nas palavras toda beleza de sua descoberta.
Como afirmava Leonardo da Vinci , escultor, pintor, engenheiro e cientista, ciência e arte se completam constituindo a atividade intelectual. E o que não sentia o cientista ao ver expresso em arte o seu pensamento? E o que sentia o artista ao ver através da arte a ciência se realizando?
Seja pela complementariedade ou pela influência recíproca a arte abraça a ciência. Para citar um exemplo, os estudos de luz e movimento transformam-se em possibilidades de retratações perfeitas de um simples cotidiano na tela de pintura .
No palco de um teatro revela-se a vida de Einstein e o público ali está para aplaudir, assim como na peça Método Cientifico encenada pelo prof.Leopoldo de Meis. E por falar em Einstein teve ele e Picasso o ano de 1905 como marco em suas carreiras. Essa foi uma época inovadora, de mudanças. Ambos buscavam uma nova estética.
Com a matemática Picasso descobriu a geometria multifuncional.Através de suas experiências geométricas na pintura buscou maneiras de desenvolver a 4ª dimensão na tela. Para ele a geometria era o conceito certo para a expressão de sua arte.
A ciência trouxe progresso tecnológico e a tecnologia propiciou espetáculos inacreditáveis de arte.
Na geometria tridimencional dos quadros pintados por minha memória penetro na quarta dimensão em que estão os sonhos da menina que analisava agachada ao chão os vermes que fugiam de uma sacola de lixo arrebentada. O que ela pensava em suas analises naquele tempo já não me lembro, mas hoje sei que gosto de fazer ciência e que esta é a minha arte.
Fico rindo à toa vagando em pensamentos, curtindo cada lembrança. Uma delas, não posso deixar de contar, ou melhor recitar, é a de meu padrinho brincando comigo e com minhas primas e dizendo que fez uns versos que diziam:
“Oh! Que Vejo?
Exclama o cientista.
Um raro percevejo
Bem a minha vista.”
Achei com esta lembrança a chave que conectou meu consciente ao meu inconsciente e assim compreendi porque a pergunta tão simples me despertou tantas memórias. Vi em minha imaginação o cientista do verso sentado refletindo, fazendo ciência e ao mesmo tempo deslumbrado com seu achado. Do seu espanto pelo “raro” encontrado é que se fez a arte da poesia, pois que todo cientista vive do que lhe surpreende e o que lhe surpreende é a mais fascinante prova de que tudo valeu a pena; daí tudo se transforma na arte de demonstrar no papel e nas palavras toda beleza de sua descoberta.
Como afirmava Leonardo da Vinci , escultor, pintor, engenheiro e cientista, ciência e arte se completam constituindo a atividade intelectual. E o que não sentia o cientista ao ver expresso em arte o seu pensamento? E o que sentia o artista ao ver através da arte a ciência se realizando?
Seja pela complementariedade ou pela influência recíproca a arte abraça a ciência. Para citar um exemplo, os estudos de luz e movimento transformam-se em possibilidades de retratações perfeitas de um simples cotidiano na tela de pintura .
No palco de um teatro revela-se a vida de Einstein e o público ali está para aplaudir, assim como na peça Método Cientifico encenada pelo prof.Leopoldo de Meis. E por falar em Einstein teve ele e Picasso o ano de 1905 como marco em suas carreiras. Essa foi uma época inovadora, de mudanças. Ambos buscavam uma nova estética.
Com a matemática Picasso descobriu a geometria multifuncional.Através de suas experiências geométricas na pintura buscou maneiras de desenvolver a 4ª dimensão na tela. Para ele a geometria era o conceito certo para a expressão de sua arte.
A ciência trouxe progresso tecnológico e a tecnologia propiciou espetáculos inacreditáveis de arte.
Na geometria tridimencional dos quadros pintados por minha memória penetro na quarta dimensão em que estão os sonhos da menina que analisava agachada ao chão os vermes que fugiam de uma sacola de lixo arrebentada. O que ela pensava em suas analises naquele tempo já não me lembro, mas hoje sei que gosto de fazer ciência e que esta é a minha arte.
(Texto de Tuane C.R.G.Vieira)
Respeite os direitos autorais
Solidariedade
Afinal, o que é solidariedade? Para que serve?
Todos os seres existentes são unidos por laços invisíveis; esses são o amor, a compaixão, a solidariedade...
Essas ligações fazem com que interdependamos em escalas variadas um do outro, e cada um se compromete mais ou menos nesta vasta relação.
A solidariedade é o laço moral que liga um indivíduo à vida, aos interesses e às responsabilidades de um grupo social, de uma nação, da humanidade inteira.
Há várias formas de expressar a solidariedade: o abraço, o gesto, a palavra, a ação...
Podemos representar a solidariedade, dar cor e vida a ela, através do desenho, da pintura, da canção, da escultura, da poesia, em fim, de muitas formas.
Pensando em uma das frases que Pablo Neruda, poeta do amor e da solidariedade, colocou em seu discurso, quando recebeu o Prêmio Nobel de Literatura, em 1971, dois anos antes de morrer, “Porque los poetas tenemos también un deber supremo y es el de contribuir a la paz del mundo”, que escolhi a poesia para falar de solidariedade.
Como Neruda disse: "A poesia é uma ação passageira ou solene em que entram por medidas parelhas a solidão e a solidariedade, o sentimento e a ação, a intimidade de alguém, a intimidade do homem e a secreta revelação da Natureza". Sendo assim, em solidão, retiro de minha intimidade os versos que revelam como vejo e sinto a solidariedade.
Acróstico à solidariedade
Se o menino é levado pela mão do homem, por caminho seguro, aprende a solidariedade.
O homem, apoiado pela mão do menino, reconhece a solidariedade.
Levados pelas mãos que consolam, homens e mulheres descobrem a solidariedade.
Irmanados no desejo de auxiliar ao próximo, ou a uma causa, todo um grupo apóia a
solidariedade.
Dedicação e afeto, distribuídos sem falsas intenções, acende a luz da solidariedade.
A voz que ressoa em todos os lugares, convocando a luta pela igualdade, revela a chama da
Dedicação e afeto, distribuídos sem falsas intenções, acende a luz da solidariedade.
A voz que ressoa em todos os lugares, convocando a luta pela igualdade, revela a chama da
solidariedade.
Riqueza maior não há que poder ser solidário.
Inevitavelmente, pela força da solidariedade, o coração que ama assim o faz um pouco mais.
Em dias de desalento e dor, quem não procura e espera por solidariedade?
Dias e noites se passam, e, a cada instante despertamos com a possibilidade de sermos solidários.
A expressão do sorriso, o gesto, a palavra, pequenas intenções solidárias, podem minimizar
Riqueza maior não há que poder ser solidário.
Inevitavelmente, pela força da solidariedade, o coração que ama assim o faz um pouco mais.
Em dias de desalento e dor, quem não procura e espera por solidariedade?
Dias e noites se passam, e, a cada instante despertamos com a possibilidade de sermos solidários.
A expressão do sorriso, o gesto, a palavra, pequenas intenções solidárias, podem minimizar
a escuridão de uma noite que parece não ter fim.
Deixar fluir a atitude simples de abraçar, dar as mãos, acariciar, sem pensar ou cogitar
Deixar fluir a atitude simples de abraçar, dar as mãos, acariciar, sem pensar ou cogitar
porquê, é simplesmente despertar a solidariedade de que se é capaz.
E assim aprendemos que solidariedade serve para expressar o amor e ser solidário é dizer, deuma outra forma, TE AMO!
E assim aprendemos que solidariedade serve para expressar o amor e ser solidário é dizer, deuma outra forma, TE AMO!
(Texto de Tuane C. R. G. Vieira)
Respeite os direitos autorais
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“Quiero que este canto sea mi contribución a la paz.
Quiero que este canto reúna esta unidad amenazada: nuestro mundo de hoy.
Porque los poetas tenemos también un deber supremo y es el de contribuir a la
paz del mundo. La incultura es guerra. La paz es cultura.”
(Pablo Neruda)
Qual a fronteira entre a competição e a dignidade?
Qual a fronteira entre a competição e a dignidade?
Analisando tudo e todos os seres que compõem este planeta vemos que inegavelmente as leis que regem a natureza se mostram atuantes em todos os aspectos evolucionais, porém ao ser humano há também a atuação de leis que regem sua conduta. Se para sobreviver os seres irracionais agem motivados exclusivamente pelos instintos, forças além de sua vontade, sem barreiras morais que lhes limitem a competição pelo espaço, alimento ou o que quer que seja, já os seres racionais agem utilizando o livre arbítrio, ou seja, a vontade. Segundo o filósofo Immanuel Kant "a vontade é uma espécie de causalidade dos seres viventes, enquanto dotados de razão". É a vontade que determina a ação e é a razão que determina a forma com que se vai praticar a ação. Sendo assim o ser racional tem como fronteira entre a necessidade física, objetiva, e sua necessidade emocional, subjetiva, tudo o que aprendeu em termos de leis morais que determinam sua dignidade como ser humano.
Observando a natureza vemos que é a competição que determina quem e como sobreviverá. O ser humano estabeleceu desde os primórdios do tempo uma competição intra-específica (entre indivíduos da mesma espécie) e interespecífica (indivíduos de espécies diferentes). Para lutar pela sobrevivência, os homens das cavernas se reuniram em grupos, assim aumentavam as suas chances de sobrevivência, estabelecia-se aí uma competição tanto com o meio quanto entre eles mesmos, pois era necessário se determinar quem seria o chefe do grupo, quem sairia para caçar, quem era o mais forte etc. Surgia socialmente a disputa através, principalmente, da reafirmação do ego (centro da consciência inferior ) submetido ao Id (reservatório da energia psíquica, onde se "localizam" as pulsões).
Refletindo sobre o mito bíblico de Caim e Abel, filhos de Adão e Eva, em que se presencia o primeiro fatricídio ocorrido nas escrituras, podemos concluir que o fato se deu pela competição estabelecida entre eles. Caim ao matar Abel deixou de lado toda uma barreira ética de conduta por se deixar levar pelos sentimentos de vaidade, orgulho e inveja. Toda dignidade devida a disputa entre os dois foi vencida, pois o ego (centro da consciência inferior)de Caim submetido ao Id (reservatório da energia psíquica, onde e localizam as pulsões) tornou-o imoral e destrutivo. O superego (censura das pulsões que a sociedade e a cultura impõem) não foi acionado pelo embotamento de sentimentos nobres e elevados. A vontade que determinou a ação objetivava um fim em si mesmo, a vitória a qualquer preço.
Segundo a definição de Kant, apresentado na 2ª seção da Fundamentação da Metafísica dos Costumes, a dignidade é o valor absoluto da racionalidade humana. O que atribui dignidade à uma pessoa é a sua natureza racional, ou seja, o fato de possuir vontade. Kant afirma nesta apresentação que a "dignidade é reconhecida como o valor de uma maneira de pensar". Este valor, segundo o filósofo, coloca-se acima dos valores de mercado ou sentimento por constituir-se um valor absoluto.
O conceito de dignidade possibilita o estabelecimento da relação entre a forma do princípio prático subjetivo (impulso) e a forma do princípio prático objetivo (razão). Os seres humanos querem objetivamente a lei da razão, mas, subjetivamente, as inclinações humanas contrariam a própria autonomia da vontade.
Objetivo é o princípio válido categoricamente para todos os seres racionais. A forma para atingir o objetivo é escolha pessoal. O preço da dignidade é definido intimamente em cada um, pois se o preço das coisas se estabelece no mercado a dignidade tem valor moral.
A dignidade das pessoas é o que lhes atribui valor absoluto, pois as caracterizam como fim objetivo. Se cada pessoa é um fim objetivo, então, diz Kant, nenhuma pessoa pode ser utilizada unicamente como meio. Isto significa que a dignidade "dos seres racionais – enquanto pessoas – põe um limite, em certo sentido, a todo livre arbítrio. Cabe aí a frase que diz: “o direito de um termina quando começa o direito do outro”. Utilizar-se de outro para atingir uma vitória pessoal além de amoral e formalizar pouca distinção pela própria capacidade de vencer.
Em nossa sociedade cheia de urgências e demandas de oportunidades o homem se vê diuturnamente envolvido nas mais diversas modalidades de competições, sejam elas esportivas ou não, reconhecer que os indivíduos estão acima de qualquer preço é reconhecer seu valor íntimo, é estabelecer uma fronteira entre a competição e a dignidade.
Introjetando princípios e leis que do ponto de vista da eternidade inverte a verdade individual como os ensinamentos do Cristo que diz:"não faz ao outro o que não queres que te façam” e "ama ao teu próximo como a ti mesmo exortamos toda a capacidade de transcendência humana que nos capacita eleger uma forma de proceder que nos impede de distanciarmos de valores éticos e morais que nos permite estabelecer limites para o exercício da vontade individual em benefício da vontade do outro, da família, da coletividade e da própria sociedade humana estabelecendo o limite entre a competição e a dignidade.
(Texto de Tuane C. R. G. Vieira)
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Para um bom sono
Para um bom sono
O organismo tem horários. Desta engrenagem não podemos fugir. A hora do sono é sagrada para a reposição celular, para rebobinar o cérebro, permitir o rejuvenescer. O metabolismo basal fica no mínimo, em marcha lenta, permitindo o repouso, a restauração. As avós falavam para as crianças: "quem não dorme não cresce". Para os adultos: "quem não dorme não se restabelece não se regenera".
Bem, as dicas para um sono de qualidade, ou seja, restaurador e rejuvenescedor são:
1) Sempre tomar um bom banho antes de dormir. Ou seja, jamais dormir com o corpo sujo, pois as vibrações de frescor, relaxamento e limpeza que um banho dá, irão sustentar a qualidade do sono.
2) Evitar tomar café, chás com cafeína (como chá preto e chá mate) e refrigerantes derivados da cola, pois todos são estimulantes.
3) Evitar dormir com a TV ligada, uma vez que isso impede que a pessoa chegue à fase de sono profundo.
4) Se a pessoa dorme cedo - 20 a 21 horas - seu jantar (leve) deve ser realizado no máximo às 19 horas para dar tempo do organismo digerir e o sono não sofrer interferências da demanda energética para digestão.
5) Se a pessoa dorme tarde - depois das 22 horas - sua última refeição (um lanche leve) deve ser realizada até 1 hora antes, pelo mesmo motivo mencionado acima.
6) Concordo com algumas linhas terapêuticas que indicam que qualquer refeição ou lanche realizado após as 19 horas deve ser na forma líquida para poder acelerar o processo digestivo e evitar interferências na qualidade do sono. Exemplos: um arroz com feijão? Bata no liquidificador e tome na forma de sopa. Uma salada de frutas com sorvete? Bata no liquidificador e tome uma vitamina geladinha.
7) Ideal praticar uma atividade física ao longo do dia para evitar o sedentarismo, liberar substâncias que aumentam o estresse e mobilizar a energia basal. Para quem tem insônia, recomendo ainda uma atividade corporal ou meditação ativa antes do banho e de dormir. Tipo dançar, uma série da yoga ou de alongamentos. Aproveite para orar e colocar intenções para este momento de meditação e descanso. Sempre peço aprendizados, sonhos bons, expansão da consciência, soluções para desafios, enfim... Para pessoas com insônia ou fibromialgia, recomenda-se inclusive aulas de natação ou hidroginástica e, assim, provocar um duplo relaxamento: pela atividade física e pela ação do banho de imersão.
8) Existe uma técnica bastante interessante sugerida como prática para insones, que consiste em fazer um 'escalda-pés' de 5 minutos em água gelada exatamente antes de deitar. A pessoa já o faz 100% preparada para deitar na seqüência. Minha compreensão deste procedimento é mobilizar a energia concentrada na cabeça para as extremidades do corpo, aliviando assim a mente e suas neuroses.
9) Apagar todas as luzes, inclusive a do abajur, do corredor e do banheiro, pois a luminosidade impede a liberação da melatonina, hormônio responsável pela primeira fase do sono.
10) Não levar livros, laptops ou qualquer estimulante de trabalho ou preocupação para a cama.
11) Tirar da cabeceira o telefone, celular e relógios.
12) Esta é óbvia, mas não custa lembrar: usar colchão e travesseiro de boa qualidade e adequado ao seu peso e tamanho.
13) Recomendo uma sinergia da aromaterapia que chamo "Doril na Ansiedade e Insônia". Ela é uma mistura dos óleos essenciais (OEs) de Limão Tahiti, Laranja Pêra e Lavanda Mont Blanc, que tem como função proporcionar relaxamento, vontade (alegria) de estar consigo e de se respeitar. Ela pode ser usada (à noite) na água da banheira (adultos 3 gotas, bebês 1 gota, crianças 1 a 2 gotas - ou pode ser colocada no travesseiro dos adultos (1 a 3 gotas). No caso de crianças, pode ser colocada (1 a 3 gotas) num pires ao lado da cama. No caso de bebês basta o procedimento da banheira.
14) Ao despertar, após tomar aquele copo de água (ensinado acima), ainda deitado, junte as mãos e esfregue uma na outra até ficarem quentinhas. Faça carinho no seu rosto simulando que está ensaboando e lavando o rosto. Relaxe seu primeiro semblante do dia. Depois, esfregue novamente as mãos e massageie seu abdômen. Faça carinho nele e lembre que o dia vai começar e ele precisa acordar, ou seja, está chegando "a hora de troninho". Depois, este carinho pode se prolongar para as demais partes do corpo, sempre com o propósito de acordar-se com muita celebração, gratidão e carinho.
15) Uma vez que levantou, antes do troninho, ir até a cozinha e tomar 1/2 copo de água idealmente morna + suco fresco de 1 limão. Esta é uma receita da milenar medicina Ayurvédica para purificar (ação bactericida), aliviar (ação laxante) e sanar (ação harmonizadora, alcalinizante) todas as dificuldades do organismo. Espere 20 a 30 minutos para realizar a refeição matinal.
As posições de dormir:
De lado: é a melhor postura! Mas, deve-se colocar um travesseiro que preencha o espaço entre o ombro e a cabeça. É recomendável abraçar um travesseiro e colocar uma almofadinha entre os joelhos.
De barriga para cima: é uma posição aceitável, mas recomenda-se um travesseiro não muito alto e deve-se colocar um apoio (almofada) abaixo dos joelhos, o que ajudará a manter a coluna reta.
De bruços: é uma posição não recomendável. Diz-se que nessa posição não há como evitar uma lesão na coluna cervical, que pode criar contraturas no pescoço, dificultando o relaxamento e o sono profundo.
De lado: é a melhor postura! Mas, deve-se colocar um travesseiro que preencha o espaço entre o ombro e a cabeça. É recomendável abraçar um travesseiro e colocar uma almofadinha entre os joelhos.
De barriga para cima: é uma posição aceitável, mas recomenda-se um travesseiro não muito alto e deve-se colocar um apoio (almofada) abaixo dos joelhos, o que ajudará a manter a coluna reta.
De bruços: é uma posição não recomendável. Diz-se que nessa posição não há como evitar uma lesão na coluna cervical, que pode criar contraturas no pescoço, dificultando o relaxamento e o sono profundo.
Este texto faz parte do livro Simples - Mente - Feliz de Conceição Trucom
O "belo" e o "cafona" se relacionam? Por quê?
O "belo" e o "cafona" se relacionam? Por quê?
Aqui sentada pensando sobre o que é belo, o que é cafona e como se relacionam me permito viajar em pensamentos que me fazem ouvir, como se tocasse verdadeiramente, uma música de Vínicius de Moraes. A música que ouço em minha mente é Garota de Ipanema e a frase que diz “Olha que coisa mais linda mais cheia de graça” me inspira. Nesse desenrolar de pensamentos lembro ainda de mais uma frase do Poetinha que disse: “As muito feias que me perdoem, mas beleza é fundamental.
Algumas pessoas poderiam dizer que pensamento mais brega, sim porque cafona hoje também é sinônimo de brega no entender popular. Mas afinal de contas me pergunto o que é cafona e o que é belo?
De acordo com o dicionário Houaiss, belo é o que é admirável e cafona é tudo aquilo que revela mau gosto. Lembro-me de sempre ouvir que gosto não se discute e que a beleza está nos olhos de quem vê. Será que usar frases feitas também é cafona?
Essa estória de cafona começou com a moda; quem usava uma roupa que não estava em voga no momento era chamado dessa forma. A palavra acabou tomando um significado mais amplo, sendo usada em expressões que não envolvem moda, mas alguma coisa que não é cool (termo americanizado, modismo que muitos adoram e que outros acham brega), ou que não se enquadra dentro dos padrões modernos. Dá para ver que beleza e cafonice tem relação com o tempo; o que é considerado belo hoje pode não ser amanhã, o que é cafona hoje já esteve na moda algum tempo atrás e pode voltar a ser mais a frente.
Voltando a pensar no tempo, lembro-me que para Platão o belo é o bem, a verdade, a perfeição; existe em si mesma, apartada do mundo sensível, residindo, portanto, no mundo das idéias. Immanuel Kant, na sua Crítica da Faculdade do Juízo (1790) fala que a estética é um estado de vida de direito próprio, uma capacidade de fruição intimamente relacionada a outras capacidades cognitivas do ser humano, sem depender, necessariamente, da aquisição de conhecimento, ou seja: para contemplar o belo, o sujeito não se vale das determinações das capacidades cognitivas das faculdades do conhecimento. Na percepção do objeto, o sujeito abarca a plenitude de suas características e não as características isoladas.
O belo não é um objeto de existência material, mas de existência subjetiva, inerente à atividade espiritual de cada indivíduo.
Penso novamente na questão do tempo. As idéias mudam com o passar dos anos e com isso surgem novas formas, novos conceitos. O modelo de beleza na renascença não é o mesmo da modernidade. As mulheres pintadas por Botticelli e Renoir não encontrariam lugar nas passarelas onde figuram Gisele Bünchen, Isabeli Fontana e outras mais. As operas e os balés foram abrindo espaços para os Shows de Rock e tantos outros.
Se cafona é aquilo que não faz parte da modernidade, do que é atual, vejo, fascinada, que o tempo se encarregou de relacionar o belo e o cafona. Hoje há espaço para todos os gostos, todas as formas de pensar e de agir. Reafirma-se a idéia de que não há um modelo, mas a possibilidade de vários, que se fundem ou contradizem. O rock se relacionou com a ópera e criou-se a ópera-rock, o balé se relacionou com o samba e desfilou na Sapucaí, as sinfonias foram para as ruas, o cinema teve um caso de amor com o teatro e assim surgiram filmes como: A tragédia de Macbeth, Romeu e Julieta...
O belo e o cafona se relacionam porque o subjetivismo humano, o que permite o julgamento pessoal e individual do belo, bem como uma visão romântica do mundo, estabeleceu muito matizes para esta enorme tela chamada vida e cada um pinta seu quadro com a cor que quiser e a repinta quantas vezes quiser. O belo depende de cada um assim o ver em qualquer ato, em qualquer fato, em cada estação que irá chegar, e, ser cafona ou brega é não defender o que se gosta e o que se acredita e o que se quer.
Algumas pessoas poderiam dizer que pensamento mais brega, sim porque cafona hoje também é sinônimo de brega no entender popular. Mas afinal de contas me pergunto o que é cafona e o que é belo?
De acordo com o dicionário Houaiss, belo é o que é admirável e cafona é tudo aquilo que revela mau gosto. Lembro-me de sempre ouvir que gosto não se discute e que a beleza está nos olhos de quem vê. Será que usar frases feitas também é cafona?
Essa estória de cafona começou com a moda; quem usava uma roupa que não estava em voga no momento era chamado dessa forma. A palavra acabou tomando um significado mais amplo, sendo usada em expressões que não envolvem moda, mas alguma coisa que não é cool (termo americanizado, modismo que muitos adoram e que outros acham brega), ou que não se enquadra dentro dos padrões modernos. Dá para ver que beleza e cafonice tem relação com o tempo; o que é considerado belo hoje pode não ser amanhã, o que é cafona hoje já esteve na moda algum tempo atrás e pode voltar a ser mais a frente.
Voltando a pensar no tempo, lembro-me que para Platão o belo é o bem, a verdade, a perfeição; existe em si mesma, apartada do mundo sensível, residindo, portanto, no mundo das idéias. Immanuel Kant, na sua Crítica da Faculdade do Juízo (1790) fala que a estética é um estado de vida de direito próprio, uma capacidade de fruição intimamente relacionada a outras capacidades cognitivas do ser humano, sem depender, necessariamente, da aquisição de conhecimento, ou seja: para contemplar o belo, o sujeito não se vale das determinações das capacidades cognitivas das faculdades do conhecimento. Na percepção do objeto, o sujeito abarca a plenitude de suas características e não as características isoladas.
O belo não é um objeto de existência material, mas de existência subjetiva, inerente à atividade espiritual de cada indivíduo.
Penso novamente na questão do tempo. As idéias mudam com o passar dos anos e com isso surgem novas formas, novos conceitos. O modelo de beleza na renascença não é o mesmo da modernidade. As mulheres pintadas por Botticelli e Renoir não encontrariam lugar nas passarelas onde figuram Gisele Bünchen, Isabeli Fontana e outras mais. As operas e os balés foram abrindo espaços para os Shows de Rock e tantos outros.
Se cafona é aquilo que não faz parte da modernidade, do que é atual, vejo, fascinada, que o tempo se encarregou de relacionar o belo e o cafona. Hoje há espaço para todos os gostos, todas as formas de pensar e de agir. Reafirma-se a idéia de que não há um modelo, mas a possibilidade de vários, que se fundem ou contradizem. O rock se relacionou com a ópera e criou-se a ópera-rock, o balé se relacionou com o samba e desfilou na Sapucaí, as sinfonias foram para as ruas, o cinema teve um caso de amor com o teatro e assim surgiram filmes como: A tragédia de Macbeth, Romeu e Julieta...
O belo e o cafona se relacionam porque o subjetivismo humano, o que permite o julgamento pessoal e individual do belo, bem como uma visão romântica do mundo, estabeleceu muito matizes para esta enorme tela chamada vida e cada um pinta seu quadro com a cor que quiser e a repinta quantas vezes quiser. O belo depende de cada um assim o ver em qualquer ato, em qualquer fato, em cada estação que irá chegar, e, ser cafona ou brega é não defender o que se gosta e o que se acredita e o que se quer.
(Texto de Tuane C. R. G. Vieira)
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